Fascíte Plantar

A fascíte plantar (ou fasceíte) é uma inflamação da fáscia — um tecido fibroso que recobre a sola do pé.

Dr. Rodrigo AstolfiCirurgião do Pé e Tornozelo

Formado pela USP, com PhD em IA aplicada na ortopedia.
Palestrante internacional 🇨🇱 🇨🇴 🇮🇹 🇰🇷, especialista em cirurgias minimamente invasivas com foco em pé plano e joanete.

“Pisar Imediatamente”: técnica exclusiva para rápida recuperação.

O que é

A fascíte plantar (ou fasceíte) é uma inflamação da fáscia — um tecido fibroso que recobre a sola do pé. Essa estrutura, parecida com uma faixa rígida, sofre com encurtamentos musculares causados por desequilíbrios comuns ao longo da vida: músculos da panturrilha e da cadeia posterior encurtam, enquanto o quadríceps, os abdutores do quadril e os eretores da coluna tendem a enfraquecer. Isso gera uma tensão crônica na fáscia, favorecendo sua inflamação.

O sintoma mais comum é a dor no calcanhar ao acordar, ao colocar o pé no chão pela primeira vez. Isso acontece porque dormimos com o tornozelo em flexão plantar, encurtando ainda mais a musculatura. Ao pisar, a fáscia é esticada abruptamente, gerando microlesões dolorosas. Com o tempo, o quadro se agrava e a dor passa a ser constante.

Em fases mais avançadas, pode surgir a dor neuropática (síndrome do túnel do tarso), com queimação, choques, desconforto para dormir e dor mal localizada. O pé é a estrutura mais ricamente inervada do corpo humano — e o cérebro prioriza seus sinais.
Essa fase exige um tratamento muito mais especializado.

Tratamento com o Dr.Rodrigo Astolfi

O pilar inicial do tratamento é o alongamento correto da cadeia posterior, feito logo ao acordar, antes de pisar no chão. O Dr.

Rodrigo orienta exclusivamente o alongamento completo (coluna, quadril, joelhos e tornozelos), pois alongamentos incompletos podem piorar o quadro. Esse gesto simples, feito por 1 minuto em cada perna, é essencial.

Além disso, é fundamental o uso contínuo de calçados com salto, com solado rígido e preso ao calcanhar, por pelo menos 2 meses.

Etapas

Para os casos que não melhoram com essas medidas, o Dr. Rodrigo aplica um protocolo próprio de 4 etapas, que pode incluir:

• Medicações específicas para dor neuropática
• Infiltrações direcionadas na fáscia plantar
• Terapias com células totipotentes
Raspagem cirúrgica minimamente invasiva do esporão

Detalhes

Dr. Rodrigo Astolfi é também, autor do capítulo sobre essa técnica cirúrgica no livro oficial da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé e Tornozelo — o que comprova seu pioneirismo e liderança na área.

Sua saúde é seu bem mais precioso

Evite soluções genéricas ou tentativas frustradas.
Com técnica, experiência e ciência, é possível tratar a fascíte com precisão — e voltar a caminhar sem dor.

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Algumas perguntas que sempre chegam

A fascite plantar é uma das patologias mais comuns do corpo humano.
Praticamente todos os seres humanos terão dor no calcanhar em algum momento da vida, muitas vezes logo ao pisar pela manhã.

Ela ocorre porque, com o passar dos anos:

  • Há encurtamento da musculatura da panturrilha;
  • O centro de gravidade avança para frente devido à postura;
  • A musculatura central do corpo enfraquece.

Esses fatores aumentam a tração sobre a fáscia plantar — um tecido semelhante a um elástico na sola do pé. Com o tempo, essa fáscia fica mais espessa, mais dura e perde sua elasticidade, desencadeando inflamação e dor.

  • Dor no calcanhar ao acordar, obrigando o paciente a andar na ponta dos pés por alguns passos;
  • Dor que se espalha ao longo do dia, dificultando esportes e atividades;
  • Nos casos crônicos, a dor passa a ser constante, inclusive em repouso, com características de choque, queimação e formigamento.

O diagnóstico é clínico e bastante simples. Muitas pessoas conseguem se auto-diagnosticar apenas ao reconhecer os sintomas.
Exames de imagem, como ultrassom e ressonância magnética, podem ser úteis, mas não são obrigatórios.

O Dr. Rodrigo desenvolveu um protocolo exclusivo de 5 etapas para tratar a fascite plantar. Ele é altamente eficaz, mas precisa ser seguido à risca — sem pular etapas.

  • Alongamento da cadeia posterior
    • Esticar o joelho e flexionar o quadril ao máximo, tentando encostar a testa no joelho e puxando a ponta do pé.
    • Pode-se usar uma toalha para auxiliar.
    • Fundamental: deve ser feito antes da primeira pisada da manhã.
    • Apenas 1 minuto por perna, todos os dias, durante 2 meses.
  • Uso exclusivo de tênis de corrida e calçados com salto
    • Por 2 meses, abandonar qualquer outro tipo de calçado.
  • Infiltração na fáscia plantar
    • Pode ser feita com corticosteroides ou terapias regenerativas (aspirados sanguíneos ou de medula óssea).
    • Mais de 80% dos pacientes tratados com corticoide têm cura imediata.
    • Atenção: se feita por médicos não experientes, a infiltração pode atingir a gordura do calcanhar em vez da fáscia — e nesse caso não funciona.
  • Tratamento das dores neuropáticas
    • Indicado quando a dor muda para padrão de choque, queimação e formigamento.
    • É feito com ajuste individual de medicações durante 2 meses.
  • Raspagem do esporão de calcâneo
    • Indicada em casos específicos.
    • O Dr. Rodrigo Astolfi é autor do capítulo do livro da Sociedade Brasileira de Pé e Tornozelo que define quando e como essa técnica deve ser utilizada.

Sim. A fascite plantar tem 100% de cura quando tratada com protocolo adequado.

Muitos pacientes sofrem por anos acreditando que não há solução. Isso acontece porque:

  • Seguem tratamentos incorretos, com médicos não especializados;
  • Recebem infiltrações mal aplicadas, que não atingem a fáscia plantar;
  • Ou não seguem todas as etapas do protocolo.

  • Criador e executor de um protocolo completo e validado de tratamento em 5 etapas.
  • Resultados muito superiores aos de médicos comuns, que frequentemente aplicam estratégias incorretas.
  • Reconhecimento científico: autor de capítulo oficial sobre o tema no livro da Sociedade Brasileira de Pé e Tornozelo.
  • Ampla experiência clínica, com protocolos aplicados em pacientes de todo o Brasil.

👉 Em resumo: a fascite plantar pode ser curada de forma simples e definitiva, mas depende da disciplina do paciente e da experiência do médico.

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