O entorse do tornozelo — conhecido popularmente como “torci o pé” ou “virada do tornozelo” — é a lesão traumática mais comum do corpo humano. Pode variar de um simples falseio, quase sem dor, até uma lesão intensa, com dor forte e incapacidade de pisar no chão.
Formado pela USP, com PhD em IA aplicada na ortopedia.
Palestrante internacional 🇨🇱 🇨🇴 🇮🇹 🇰🇷, especialista em cirurgias minimamente invasivas com foco em pé plano e joanete.
“Pisar Imediatamente”: técnica exclusiva para rápida recuperação.
O entorse do tornozelo — conhecido popularmente como “torci o pé” ou “virada do tornozelo” — é a lesão traumática mais comum do corpo humano. Pode variar de um simples falseio, quase sem dor, até uma lesão intensa, com dor forte e incapacidade de pisar no chão.
Na maioria dos casos, o paciente procura o pronto-socorro e realiza um raio-X, que não mostra fraturas. Recebe então a indicação de usar uma bota ortopédica ou gesso. No entanto, todo entorse com inchaço significativo indica lesão ligamentar, mesmo que parcial — mesmo que os exames iniciais não revelem fratura.
O que são os ligamentos do tornozelo?
Os ligamentos são estruturas semelhantes a cordas que conectam os ossos. Quando se rompem, deixam o tornozelo mais frouxo e vulnerável a novas entorses. Com o tempo, isso pode evoluir para lesões mais graves:
Lesão parcial vs. lesão completa
Lesão parcial: parte do ligamento está preservada. Pode ser tratada com reabilitação e fortalecimento muscular, principalmente da musculatura fibular. O uso de estabilizadores (como tornozeleiras) é recomendado enquanto houver dor.
Lesão completa: o ligamento fíbulo-talar anterior (FTAA), o mais frequentemente afetado, não cicatriza sozinho por estar dentro da articulação e ter pouca vascularização. Nestes casos, a cirurgia é a melhor solução.
Diagnóstico preciso
O diagnóstico de lesão completa é feito com base em:
O Dr. Rodrigo Astolfi é um dos maiores cirurgiões habilitados à cirurgia minimamente invasiva no país e coordena cursos de formação de novos médicos em cirurgia minimamente invasiva desde 2019, dentro e fora do Brasil.
A técnica minimamente invasiva exige uma curva de aprendizado técnico difícil de alcançar. Por isso, há poucos profissionais com treinamento adequado, tanto no Brasil quanto no exterior.
Essa escassez fez com que o Dr. Rodrigo Astolfi fosse convidado a ensinar suas técnicas em diversos países: Chile, Colômbia, Itália e Coreia do Sul. Neste último, em 2024, durante discussões com cirurgiões de todo o mundo, observou-se que dispomos, no Brasil, das técnicas mais avançadas do mundo.
Tratamento cirúrgico (para lesões completas):
Técnicas disponíveis: aberta tradicional, artroscópica e percutânea
Dr. Rodrigo utiliza a técnica percutânea (minimamente invasiva)
Cirurgia com anestesia local e apenas 3 pequenos furos
Alta no mesmo dia com uso de bota ortopédica por 45 dias
Tratamento para lesão parcial:
Fortalecimento muscular da perna
Uso de tensores/estabilizadores
Retorno progressivo à atividade física
Quando procurar um especialista:
Dor, inchaço ou entorses repetidos após torção no tornozelo
Falha na reabilitação conservadora
Prevenção de cirurgias futuras e preservação da função do tornozelo
Doutor em ortopedia, o Dr. Rodrigo Astolfi aprofundou sua formação pesquisando justamente a precisão diagnóstica da ressonância magnética para lesões do ligamento FTAA.
Hoje, aplica esse conhecimento em cirurgias altamente modernas e minimamente invasivas, como a técnica percutânea, que permite recuperação mais rápida e menos agressiva. Seu foco está em diagnósticos precisos, intervenções assertivas e preservação da funcionalidade a longo prazo.
Evite soluções genéricas ou tentativas frustradas. Com técnica, experiência e ciência, é possível tratar seu caso com precisão.
marque sua consultaO entorse de tornozelo é a lesão traumática mais comum do corpo humano.
Ele é responsável pela maioria das lesões ligamentares do tornozelo e pode evoluir para um quadro chamado instabilidade crônica do tornozelo.
Muitos médicos têm dificuldade em diferenciar:
A ressonância magnética nesse período inicial (até 6 meses) tem baixa precisão para avaliar a cicatrização do ligamento. O laudo pode até descrever o ligamento como íntegro, estirado ou roto, mas a qualidade da imagem não permite confiar no diagnóstico.
👉 Por convenção, não se indica cirurgia nos primeiros 6 meses após o entorse agudo, para dar oportunidade ao ligamento de cicatrizar sozinho. Nesse período, a ressonância serve apenas para excluir lesões de cartilagem.
Nesses casos, há alta incidência de instabilidade crônica do tornozelo.
Após 6 meses, a ressonância passa a ser muito útil, junto ao exame físico, para confirmar a frouxidão ligamentar.
Inclusive, essa dificuldade diagnóstica foi o que motivou o Dr. Rodrigo Astolfi a desenvolver sua tese de doutorado, criando um software de inteligência artificial na Universidade Federal do Ceará, que aumentou em 80% a precisão do diagnóstico de lesões ligamentares completas do tornozelo pela ressonância.
Se o paciente não opera, há risco de:
A cirurgia é indicada para restaurar a estabilidade e preservar a cartilagem.
O Dr. Rodrigo Astolfi utiliza um protocolo específico de reabilitação, focado em:
Os resultados são excelentes:
Veja procedimentos que já realizamos.